segunda-feira, 3 de novembro de 2014

[Análise] O último Olimpiano (Rick Riordan)



Livro:
O último Olimpiano (Percy Jackson e os Olimpianos, livro 5)

Autor:
Rick Riordan

Sinopse:
Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo titã.

Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo.

Nesse quinto e último livro da série, o combate se acirra e o mundo que conhecemos está prestes a ser destruído. O destino da civilização está nas mãos do semideus anunciado na antiga profecia, e Percy está perto de completar dezesseis anos – a dúvida é: o herói será ou não capaz de tomar a decisão correta?

Minha opinião:
Um desfecho hercúleo, para uma série de Heróis.
Um velho sábio disse uma vez: "É de nossa responsabilidade o que fazemos com o nosso tempo, aquilo que escolhemos para nossa vida. É importantíssimo definir prioridades, nomear o que é nosso e trazê-los para perto. Pois quando esquecemos algo vital, estamos dando ao tempo e ao destino, a oportunidade que eles precisam para se rebelar contra nós."

E assim chegou o momento de decidir entre o que era certo e o que era fácil! Chegou o momento em que a Grande Profecia foi totalmente revelada, o momento on qual acreditar foi preciso, ter confiança foi vital, e se prender a alguma lembrança feliz foi fundamental.

Percy se tornou um herói no exato momento em que não pensou como tal, quando fez diferente dos outros heróis, quando transformou o desejo pessoal em um sentimento coletivo, quando realizou tarefas hercúleas sem pensar em glórias, no momento em que ligou o seu destino ao de Annabeth, quando cumpriu a sua promessa e não recebeu uma glória individual, mas a transformou em uma bandeira dos excluídos, e principalmente quando utilizou a sua sabedoria para incendiar o coração de deuses e meio-sangues com o único sentimento embalado num jarro de medo: A Esperança.

Logicamente, não se pode esquecer de Annabeth, que mais uma vez foi de suma importância na vida de Percy. Impossível não comentar o crescimento intelectual Grover, a fantástica Rachel com suas visões, Nico di Angelo e sua perseverança Thália e sua liderança, Clarisse e sua fúria, e Luke... Que encontrou numa antiga promessa algo que traz o sustento emocional de cada criatura: A Família!

O Ultimo Olimpiano encerra de forma épica uma das melhores séries já escritas, que ensinou mitologia grega de uma forma divertida, que tem luz própria e não precisa ser comparada a nenhuma outra do gênero da fantasia, e que com certeza deixará muita saudade em todos que leram, principalmente nesse futuro historiador que por aqui encerra.

Minha avaliação:

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