quinta-feira, 27 de agosto de 2015

[Análise] O guia do mochileiro das galáxias (Douglas Adams)


Livro:
O guia do mochileiro das galáxias (O mochileiro das galáxias, livro 1)

Autor:
Douglas Adams

Sinopse:
Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.

Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da "alta cultura" e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

Minha opinião:
O Dia da Toalha, que é também conhecido como O Dia do Orgulho Nerd, teve origem através da criação do livro O Guia do Mochileiro das Galáxias e é comemorado atualmente no dia 21 de maio. Isto aconteceu quando os fãs de Douglas Adams, autor da história, resolveram homenageá-lo após sua morte, que aconteceu nesta data. O primeiro questionamento que surge na cabeça dos leitores que ainda não tiveram oportunidade de conhecer o legado de Adams é: "o que uma toalha tem a ver com essa história toda?"

Em seu primeiro livro, o próprio autor dedicou uma página inteira para explicar tudo direitinho aos leitores:

"[...] a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você - estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa."

A série escrita por Douglas contém cinco volumes. O primeiro conta a história de Arthur Dent, um terráqueo comum, que tem como amigo o alienígena disfarçado de ser humano Ford Prefect. Com a ajuda de Ford, Arthur escapa de um evento dramático para a Terra: a sua destruição. Através de idas e vindas, os personagens viajam a galáxia para descobrir a pergunta da resposta "42", que foi gerada por um computador, quando o perguntaram qual era o sentido da vida. Sim, a história não é fácil de entender.

Talvez ir com muita sede ao pote, pelo burburinho que esse livro causa até hoje, pode gerar um pouco de decepção. Há referências a química, a física e a vários elementos que só quem estuda alguma dessas ciências entende. O humor passa longe de ser fácil de entender. Algumas piadas geram desconforto por beirarem a estupidez e a "internidade", como se fosse escrita propositalmente para deixar qualquer pessoa perdido. Os nomes dos personagens são quase impronunciáveis. O começo é difícil. Só do meio para o final da história que as coisas começam a ficar um pouco engraçadas e divertidas.

Nas sinopses e nas resenhas da blogosfera, Adams é conhecido como um dos escritores mais hilariantes por fazer piadas referentes a humanidade e ao modo de viver da sociedade. Nesse ponto é preciso esclarecer que, no livro, essas "comédias", raramente aparecem escritas de forma clara. Mas quando o são, as ideias são geniais. Para comprovar o porquê de os seres humanos precisam ficar repetindo coisas óbvias o tempo inteiro, Adams escreve:

"Se os seres humanos não moverem seus lábios, seus cérebros começarão a funcionar."

Para conseguir entender melhor a história, o site Omelete traz várias publicações de utilidade pública para os menos "antenados". Nem tudo é um mar de rosas quando o assunto é ficção científica. Não vá pensando que, por ser uma leitura de apenas 156 páginas, ela será rápida. É preciso atenção e paciência para sacar a magnificência da obra.

Minha avaliação:

segunda-feira, 9 de março de 2015

[Divulgação] Brenno Souza Fotografia

 

Boa tarde galera!
Como nosso blog ainda é pequeno, não temos parceria com nenhuma outra página e por isso aqui nunca tem divulgações, justamente porque... ninguém faz nada de graça! hahaha
Entretanto, um grande amigo meu, o fotógrafo e designer Brenno Souza, criou esta arte para o nosso blog e para o grupo no facebook. Muito obrigado, Brenno!

Para quem gostou do trabalho dele e quiser conhecer mais, clique em qualquer uma das imagens acima para ser redirecionado para sua página no facebook, onde você poderá conferir mais alguns de seus trabalhos e entrar em contato!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

[Análise] O último Olimpiano (Rick Riordan)



Livro:
O último Olimpiano (Percy Jackson e os Olimpianos, livro 5)

Autor:
Rick Riordan

Sinopse:
Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo titã.

Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo.

Nesse quinto e último livro da série, o combate se acirra e o mundo que conhecemos está prestes a ser destruído. O destino da civilização está nas mãos do semideus anunciado na antiga profecia, e Percy está perto de completar dezesseis anos – a dúvida é: o herói será ou não capaz de tomar a decisão correta?

Minha opinião:
Um desfecho hercúleo, para uma série de Heróis.
Um velho sábio disse uma vez: "É de nossa responsabilidade o que fazemos com o nosso tempo, aquilo que escolhemos para nossa vida. É importantíssimo definir prioridades, nomear o que é nosso e trazê-los para perto. Pois quando esquecemos algo vital, estamos dando ao tempo e ao destino, a oportunidade que eles precisam para se rebelar contra nós."

E assim chegou o momento de decidir entre o que era certo e o que era fácil! Chegou o momento em que a Grande Profecia foi totalmente revelada, o momento on qual acreditar foi preciso, ter confiança foi vital, e se prender a alguma lembrança feliz foi fundamental.

Percy se tornou um herói no exato momento em que não pensou como tal, quando fez diferente dos outros heróis, quando transformou o desejo pessoal em um sentimento coletivo, quando realizou tarefas hercúleas sem pensar em glórias, no momento em que ligou o seu destino ao de Annabeth, quando cumpriu a sua promessa e não recebeu uma glória individual, mas a transformou em uma bandeira dos excluídos, e principalmente quando utilizou a sua sabedoria para incendiar o coração de deuses e meio-sangues com o único sentimento embalado num jarro de medo: A Esperança.

Logicamente, não se pode esquecer de Annabeth, que mais uma vez foi de suma importância na vida de Percy. Impossível não comentar o crescimento intelectual Grover, a fantástica Rachel com suas visões, Nico di Angelo e sua perseverança Thália e sua liderança, Clarisse e sua fúria, e Luke... Que encontrou numa antiga promessa algo que traz o sustento emocional de cada criatura: A Família!

O Ultimo Olimpiano encerra de forma épica uma das melhores séries já escritas, que ensinou mitologia grega de uma forma divertida, que tem luz própria e não precisa ser comparada a nenhuma outra do gênero da fantasia, e que com certeza deixará muita saudade em todos que leram, principalmente nesse futuro historiador que por aqui encerra.

Minha avaliação:

domingo, 19 de outubro de 2014

[Compras] Outubro de 2014 (parte 2)



YESSS, olha quem chegou! *-* Segunda parte das compras de outubro, chegaram bem mais cedo que o esperado! Agora posso ficar mais um ano sem comprar nada! hahaha

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

[Compras] Outubro de 2014 (parte 1)



Depois de anos cobiçando essa coleção, eu finalmente tive a oportunidade de comprá-la em uma promoção no Submarino! Paguei baratinho nesses livros da imagem... Gente, nem acredito! *-*

Quanto ao título da postagem, sim, este é só o começo... Ainda tem mais pra chegar ainda neste mês!